
Acredite, trabalhar a sua rede, que é o significado de networking, está ultrapassado. E vou te contar por quê!
O conceito de networking nasceu de uma necessidade profissional para gerar mais oportunidades de negócios, empregabilidade, sinergias... e até aí tudo bem. O que o networking não contempla são as conexões genuínas, que visam o benefício mútuo dos envolvidos. Vou te explicar melhor.
Ao invés de criar a sua estratégia de networking pensando no que você precisa, o conceito de netweaving (tecelagem da sua rede) preza pelo que você pode oferecer, doar para o outro e, como consequência, receber. Obviamente, também existe uma estratégia por trás desse conceito; no entanto, ela é muito mais focada no humano, na conexão genuína e na intenção autêntica.
Fazer netweaving é ser o famoso interessado, ao invés do criticado interesseiro. Netweaving é criar laços de confiança através do desenvolvimento e fomento de relações verdadeiras que potencializam carreiras, negócios, pessoas e comunidade.
Minha grande parceira de profissão e de vida, Ana Ismerim, com a qual me conectei praticando o netweaving, é hoje uma pessoa no meu hub de conexões com a qual posso contar para qualquer instância, pessoal e profissional; já sentamos para desenhar projetos juntas e individuais, usando a inteligência coletiva. Em outros mundos, a Ana seria minha concorrente, e outros profissionais que atuam na mesma área e fazem networking não a considerariam uma boa e estratégica conexão!
No dia em que escrevi este artigo, teci uma dinâmica junto a mais de 130 empresárias: estive no chão e não no palco, me conectando e me doando, promovendo o netweaving e conscientizando essas pessoas sobre conexões genuínas que potencializam negócios e pessoas. Por que não ter os dois?!
Publicado originalmente no LinkedIn.